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| Que tipo de semente você está plantando? |
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 Introdução: Ec 11:6
“Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas”.
Salomão escreveu: Segundo a Tradição Judaica ele escreveu Cantares quando jovem, Provérbios, quando estava na meia-idade, e Eclesiastes, no final da vida. O declínio espiritual de Salomão, a sua idolatria e a sua vida extravagante, deixaram-no por fim desiludido com os prazeres desta vida e o materialismo, como caminho da felicidade.
Seu propósito principal ao escrever Eclesiastes foi em compartilhar com o próximo, especialmente com os jovens, antes de morrer, seus pensamentos e seu testemunho, afim de que outros não cometessem os mesmos erros que ele cometera.
Embora os jovens devam desfrutar da sua juventude, o mais importante é que se dediquem ao seu Criador e decidam temer a Deus e guardar os seus mandamentos. Esse é o único caminho que dá sentido à vida.
Iremos definir dois tópicos muito importantes: SEMENTE e COLHEITA
Semente: s.f. 1 Grão de cereais que se lança na terra para que germine. 2 Qualquer grão ou substância que se semeia.
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| O ano da escravidão acabou |
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Tema: O ano da escravidão acabou
Introdução: Jz 6.1-8
Introdução ao texto
MIDIÃ E GIDEÃO Jz 6.1-8.32.
O opressor midianita (Jz 5.31
E sossegou a terra 40 anos (31). É esta a conclusão da derrota de Jabim, descrita no capítulo anterior (Jz 4.24).
Estes uniram-se aos midianitas. Quanto aos amalequitas cfr. 3.13n. Parece que todos tinham por norma atacar Canaã unindo-se aos invasores pela Transjordânia. Filhos do oriente é uma expressão genérica para indicar os povos nômades do deserto da Síria. Cfr. Gn 29.1 onde, todavia, a frase se aplica a um povo que vivia da pastorícia na Alta Mesopotâmia. Uma história egípcia conta que um tal Sinue, cerca do ano 1900 a.C., se refugiou junto de certo chefe amorreu, que levava uma vida seminômade na região de Quedem.
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| Cosme e Damião - Santos ou demônios? |
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jonasneto writes " Sua história
No século III d.C, no dia 27 de setembro na Arábia, nascem os gêmeos Cosme e Damião. Culto bastante difundido no Brasil, sobretudo no Rio de Janeiro e na Bahia, onde se realizam concorridos festejos populares no dia a eles consagrado. Filhos de família cristã em Jesus Cristo, ao crescerem, foram estudar na Síria, passando a praticá-la em Egéia, Cilícia, Ásia menor. Onde se tornaram médicos, quando receberam apelido de “Anargiros”, que significa: inimigos do dinheiro, pois, não cobravam nada pelo trabalho na medicina. Ficaram muito conhecidos e por isso, muitos vinham ouvir suas pregações falando de Jesus Cristo.
Segundo a enciclopédia Novo Século, p. 612; os médicos, mencionados, foram martirizados por volta de 303. Patronos dos médicos e farmacêuticos. Próximo ao Fórum romano existe uma basílica , consagrada por Félix IV em 525-530, propagando-se desde então o culto por toda a Europa Central.
Comemoração: 27 de setembro na Igreja Católica Brasileira; 27 de outubro na Ortodoxa.
Resumo sobre Diocleciano, o imperador romano inimigo dos cristãos:
A Última, a mais sistemática e a mais terrível de todas as perseguições, deu-se no governo de Diocleciano e seus sucessores de 303 a 310. Em uma série de editos determinou-se que todos os exemplares da Bíblia fossem queimados. Ao mesmo tempo ordenou-se que todos os templos construídos em todo o império durante meio século de aparente calma, fossem destruídos.
Além disso, exigiu-se que todos renunciassem ao Cristianismo e à fé. Aqueles que o não fizessem, perderiam a cidadania romana, e ficariam sem a aprovação da lei.
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| Ética do comportamento cristão |
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jonasneto writes "Vamos começar esta lição com Pv 26:18-20: "Como o louco que lança fogo, flechas e morte, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Fiz por brincadeira. Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda". Paulo começa a seção ética de sua carta aos Romanos com a excelência do "culto racional" e da diversidade dos dons espirituais que devem estar a serviço da igreja. Entre os dons espirituais e os degraus do comportamento cristão, exatamente no começo de Rm 12:9, Paulo coloca a pedra angular da ética cristã: "o amor seja sem hipocrisia". O amor, que é realmente o princfpio governante da vida cristã, é mais do que uma comoção, e é de natureza mais firme do que mero sentimental ismo ou pura filantropia. Salomão poetiza esse amor sem hipocrisia, dizendo: "Põe-me como selo sobre teu coração, como selo sobre o teu braço, porque amor é forte como a morte, e duro como a sepultura, o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, são veementes labaredas. As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá- 10; ainda que alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor, seria de todo desprezado H (Ct 8:6 e 7). A partir do "amor sem hipocrisia" vêm os degraus da ética do comportamento cristão, que vamos estudar em lições seguintes. Nesta lição trataremos de seis desses degraus: I – Detestai o mal
Detestar o mal é o mesmo que odiá- 10. Paulo usa várias vezes a palavra "fugirll para significar a repulsa que o cristo deve ter das coisas que são más (1 Co 6:18; 10:14 e 1 Tm 6:11): "Tu, porém, 6 homem de Deus, foge destas coisas ... ". Carlyle, escritor cristão, comentando este texto, diz: "O que necessitamos é ver a infinita beleza da santidade, e a infinita maldição e o horror do pecado". O apóstolo João, em sua primeira epístola, coloca este "detestai o mal" da seguinte maneira: "Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele" (1 lo 2: 15).
II – Apegai-vos ao bem
O verbo "apegar" sugere um desejo Intenso de apropriar-se de alguma coisa. O salmista assim se expressa: "Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, 'como terra árida, exausta, sem água." (5163:1). O comportamento ético do cristão é uma busca constante e 'intensa do que é bom. As palavras usadas por Paulo são firmes: "detestaj" e'''apegai''. Elas podem ser ilustradas com dois versos de Colossenses: 1. Detestai
"Agora, porém, despojei-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem ... " (CI 3:8 e 9).
2. Apegai-vos
"Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade" (CI 3: 12). Tudo isso nada mais é do que empurrar para longe de nós o mal e abraçar de corpo e alma o que é bom, o que edifica.
III – Amai-vos cordialmente ins aos outros
Devemos ser afetuosos uns com os outros em amor fraternal. A palavra "cordialmente" é que qualifica esse amor. Na Carta aos Hebreus lemos assim: "Seja 'constante o amor fraternal. Não negligencieis a hospitalidade, pois alguns, praticandoa, sem o saber acolheram anjos" (Hb 13:1-2). Este degrau do comportamento ético do cristão é um dos muitos mandamentos da mutualidade. O amor cordial é recíproco: "uns aos outros". Dentro da igreja não somos estranhos, muito menos unidades isoladas. Somos irmãos, porque temos o mesmo Pai. A igreja não é um clube onde as pessoas se associam; nem simplesmente uma reunião de amigos. A igreja é a famflia de Deus. A reciprocidade no amor é a marca mais visível no Corpo de Cristo. IV - No zelo não sejai remissos
O descuido da vida cristã acarreta sérios problemas. O cristão não pode tomar as coisas de qualquer maneira. A nossa vida é sempre uma alternativa entre a vida e a morte. O tempo é curto e a vida terrena é uma preparação para a eternidade. O profeta Ierernias exorta-nos: liMa/dito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente!" Ur 48:1 O). Costumase dizer que o cristão pode abrasarse, porém nunca oxidar-se. Jesus, em carta à igreja de Laodicéia, exorta: "Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê pois zeloso e arrepende-te" (Ap 3:19). V - Sede fervorosos nos Espírito
William Barclay, comentando este degrau da ética do comportamento cristão, diz: "Devemos manter nosso espírito sempre em alta. Espírito fervoroso é espírito que transborda em amor por Deus e pelo próximo. Ilustra-se esse fervor com uma vasilha de água fervendo no fogo". Foi exatamente nessa dimensão que Jesus advertiu a Igreja de Laodicéia: "Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem deras fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca" (Ap 3:15 e 16). O que se requer do verdadeiro cristão é que ele seja "fervoroso de esp frito ". Isto é, uma pessoa entusiasmada e apaixonada pela salvação das almas e pela santificação da Igreja. VI – Servindo ao Senhor
Quem serve ao Senhor está servindo ao seu próximo e quem serve ao seu próximo está servindo ao Senhor. Jesus coloca este assunto da seguinte maneira: "Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes" (Mt 25:40). O salmista, no hino de ingresso ao templo, declara: "Servi ao Senhor com alegria". Servir ao Senhor deve ser um constante sentimento do cristão. Ele deve ter prazer no que faz no serviço do Reino de Deus. Por isso mesmo aconselha o apóstolo: "Porta i-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades" (Cl4:5). "Quem não vive para servir, não serve para viver". Conclusão
Elisabeth Gomes, em seu livro "Ética nas pequenas coisas" diz: "Deus espera de Seus filhos pecadores e redimidos pelo sangue de Jesus um padrão de excelência em tudo. Deste lado da glória não atingiremos perfeição no sentido de não pecarmos, mas somos aperfeiçoados a cada dia, à medida que nos achegamos Àquele que cumpre em nós o querer e o realizar". A vida cristã é uma experiência que se renova a cada dia em nosso relacionamento com Deus e com o nosso próximo. Na carta aos Romanos, Paulo diz: "Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim também andemos em novidade de vida" (Rm 6:4). Esse Handar em novidade de vida" implica: 1.detestar o mal; 2.apegar-se ao bem; 3.amar cordialmente uns aos outros; 4.não ser remisso no zelo pelas coisas de Deus; 5.ser fervoroso de espfrito; 6.servir ao Senhor com alegria.
Pense e ore
1. A semelhança de Deus: "Sede perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celeste" (Mt 5:48). 2. O exemplo para a igreja: "... vos tornastes o modelo para todos os crentes" (1 Ts 1 :7). 3. O espelho dos fiéis: "Sê exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, na fé, na pureza" (1 Tm 4:12).
Pr Jonas Neto Convites para Ministrações, Palestras e Seminários
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| O ano da escravidão acabou |
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 Introdução: Jz 6.1-8
Introdução ao texto
MIDIÃ E GIDEÃO Jz 6.1-8.32.
a) O opressor midianita (Jz 5.31
E sossegou a terra 40 anos (31). É esta a conclusão da derrota de Jabim, descrita no capítulo anterior (Jz 4.24). Estes uniram-se aos midianitas. Quanto aos amalequitas cfr. 3.13n. Parece que todos tinham por norma atacar Canaã unindo-se aos invasores pela Transjordânia. Filhos do oriente é uma expressão genérica para indicar os povos nômades do deserto da Síria. Cfr. Gn 29.1 onde, todavia, a frase se aplica a um povo que vivia da pastorícia na Alta Mesopotâmia. Uma história egípcia conta que um tal Sinue, cerca do ano 1900 a.C., se refugiou junto de certo chefe amorreu, que levava uma vida seminômade na região de Quedem. 6.1 - Porém os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR; e o SENHOR os deu nas mãos dos midianitas por sete anos. MEDIÃ - MIDIANITAS. Os midianitas eram nômades do deserto, que pela primeira vez e em larga escala se serviam de camelos domesticados, de modo a permitir-lhes ataques a grandes distâncias. Possivelmente surgiram das imediações do Golfo de Acaba (cf. Êx 2.15 e segs.), penetraram na Transjordânia pela mesma entrada que seguiram os israelitas e, atravessando o Jordão, invadiram Canaã central e atingiram a cidade de Gaza. Foi talvez na travessia da Transjordânia, no território de Moabe, que vieram a ser derrotados por Hadade I, rei de Edom, cerca do ano 1100 a.C. (cfr. Gn 36.35). Os midianitas eram um povo que habitava o sul da Transjordânia. São descritos como descendentes de Abraão e Quetura (Gn 25.1-6), e na narrativa de José eles aparecem como comerciantes e líderes de caravanas (Gn 37.25-36). Moisés juntou-se ao clã midianita de Jetro depois de ter fugido do Egito, mas os midianitas não se juntaram aos israelitas na conquista de Canaã. Na narrativa de Balaão, os anciãos midianitas unem-se aos moabitas e participam da contratação do profeta para amaldiçoar Israel (Nm22.4). O território midianita originalmente concentrava-se na região leste do golfo de Ácaba, no noroeste da Arábia, mas em alguns períodos, os midianitas estenderam seu território pela península do Sinai, a oeste, bem como pela Transjordânia, ao norte. Embora a principio aparentem ser um povo seminômade ou beduíno, estudos arqueológicos têm revelado aldeias, cidades muradas e amplos sistemas de irrigação nessa região já na Idade do Bronze Moderna (a época do êxodo e dos primeiros juizes). Até o momento, não foram encontradas referências aos midianitas em textos antigos, embora às vezes sejam identificados com os shasu, mencionados com freqüência na literatura egípcia; 6.2 - E, prevalecendo a mão dos midianitas sobre Israel, fizeram os filhos de Israel para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, as cavernas e as fortificações.Fizeram os filhos de Israel para si... as covas que estão nos montes (2), uma explicação das habitações nos rochedos nas montanhas de Efraim e Judá. Esconderijos nas cavernas. Por possuírem poucas cidades fortificadas, a única forma de proteção para os israelitas era esconder-se nas montanhas, onde podiam preservar seus suprimentos e suas famílias. Nessa região, é provável que tenham usado desde as cavernas da cadeia de montanhas do monte Carmelo até as colinas que flanqueavam o vale de Jezreel no sudoeste. 6.3 – Porque sucedia que, semeando Israel, os midianitas e os amalequitas, e também os do oriente, contra ele subiam.Invasão na época da colheita. Era muito importante escolher a época certa para a invasão. Se a colheita já tivesse acontecido, os aldeões teriam estocado e escondido os cereais e poderiam conter mais facillmente o ataque. Se o cereal ainda estivesse nos campos, o invasor teria amplas provisões e os aldeões ficariam sem nada. Esse fato indica que os meses de abril ou maio eram a época mais propícia às invasões, pois as aldeias seriam facilmente arrasadas se fossem privadas de seu suprimento anual de cereais. Por essa razão, tudo' que os invasores não usavam ou roubavam, eles destruíam completamente. As plantações também eram prejudicadas pela marcha das tropas nos campos, pisoteando as plantações e colocando em risco as colheitas futuras. 6.3 – ... amalequitas, e também os do oriente, contra ele subiam.Amalequitas. (AMALEQUITAS: Amaleque pode ser traduzido como "povo que lambe / povo que suga". Na história bíblica, era filho de Elifaz e Timna (Gn 36.12;16), e neto de Esaú. A maioria das vezes, quando aparece citado, trata-se de uma referência a um grupo de guerreiros que sempre foram hostis a Israel (Dt 25.17; Jz 10.12; 1Sm 15.18; Êx 17.8; Nm 14.43-45). Por onde passavam, queimavam e saqueavam tudo (Dt 25.17; 1Sm 30.1-2). Os amalequitas vagavam através de vastas faixas de terra no Neguebe, na Transjordãnía e na península do Sinai. A existência deles não é confirmada fora da Bíblia e nenhum vestígio arqueológico pode ser relacionado a eles com segurança. Pesquisas arqueológicas na região, porém, têm descoberto amplas evidências da existência de grupos nômades e seminômades semelhantes aos amalequitas durante esse período. 6.5 – Porque subiam com os seus gados e tendas; vinham como gafanhotos, em grande multidão que não se podia contar, nem a eles nem aos seus camelos; e entravam na terra, para a destruir.É justa a comparação, pois não só implica uma ação destruidora, como o grande número em que geralmente costuma aparecer. Camelos. É importante não tirar conclusões precipitadas sobre fatos que o texto não está afirmando. Embora o texto afirme claramente que os midianitas possuíam muitos camelos, não se pode afirmar que esses animais eram usados como cavalos de guerra em unidades de infantaria. De fato, as evidências que confirmam a domesticação do camelo indicam que o uso desse animal para montaria só aconteceu vários séculos depois. No entanto, o tipo de sela usado nessa época permite concluir que os camelos eram de fato usados corno meio de transporte e corno animais de carga. 6.6 - Assim Israel empobreceu muito pela presença dos midianitas; então os filhos de Israel clamaram ao SENHOR.Israel clamou ao Senhor só em último recurso, e só fez por causa da opressão em que se encontrava 6.7 - E sucedeu que, clamando os filhos de Israel ao SENHOR por causa dos midianitas,6.8 – Enviou o SENHOR um profeta aos filhos de Israel, que lhes disse: Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Do Egito eu vos fiz subir, e vos tirei da casa da servidão;Profeta. Esse é o primeiro profeta anônimo mencionado no texto bíblico. Para uma discussão sobre os diversos aspectos da profecia e a função dos profetas, consulte os comentários em Deuteronômio 18.14-22. Aqui o profeta é apresentado corno defensor da aliança e sua mensagem concentra-se exclusivamente na adoração a Yahweh. As mensagens transmitidas pelos profetas do antigo Oriente Próximo muitas vezes incluíam advertências quanto ao objeto de adoração e à forma de culto. Baixe a mensagem completa: http://www.prjonasneto.com/modules.php?name=Downloads&op=search&query= Pr Jonas NetoMinistrações, Seminário e Palestras E-mail: jonasjneto@gmail.com jonasjneto@gmail.com
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| Crescimento da Igreja gera conflitos |
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jonasneto writes "O crescimento é um processo natural de qualquer ser vivo saudável. A Igreja sendo um organismo vivo saudável. é natural que ela cresça. Se a Igreja de que você faz parte não está crescendo, você deve perguntar o porquê. Rick Warren diz: "O problema com muitas igrejas é que elas começam com a pergunta errada. Elas perguntam: "O que fará a nossa igreja crescer"? É um mau começo. A pergunta que devemos fazer é: O que está impedindo o crescimento de nossa igreja? A Igreja em Jerusalém estava crescendo. A Igreja começou recebendo "quase três mil" membros de uma vez (At 2.41), e recebia novos acréscimos "dia a dia"(At 2.47). Além disso, segundo Lucas, "crescia mais e mais a multidão de crentes"(At 5.14). Mas o crescimento tem o seu preço ou as suas conseqüências naturais. Como crescimento surgem conflitos e problemas. Em Atos 6.1-7; Lucas nos registra um problema oriundo do crescimento. 1. A IGREJA QUE CRESCE É UMA IGREJA PROBLEMÁTICA
À medida que a Igreja em Jerusalém crescia, ia integrando elementos novos e diferentes: outra etnia, outra língua, outros costumes, outras tradições. E foi ai que surgiu a murmuração entre helenistas e hebreus. "Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus. Porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária. (6.1) Havia na comunidade um caixa comum para atender aos necessitados. Conforme se vê em At 2.44, os crentes "tinham tudo em comum". Os que possuíam propriedades, voluntariamente, vendiam e depositavam os recursos "aos pés dos apóstolos" (At 4.34-35). Nenhum necessitado havia entre eles. Mas crescendo, ou "multiplicando" o número dos membros, surgiu um problema. Os helenistas se deram conta de que as viúvas deles estavam sendo esquecidas ou preteridas na distribuição diária. Havia uma discriminação racial na hora da assistência social da Igreja. A diversidade racial ( Hebreus, Helenistas e Prosélitos) resultante do crescimento, gerou um clima de tensão, de murmuração, de desconfiança. O coração e a alma do povo já não era mais um. Qualquer igreja quando começa a experimentar um crescimento sadio ou natural, começa a enfrentar problemas. O pastor não consegue atender o número de visitas, de aconselhamentos, de programações internas. O templo fica pequeno e torna-se obrigatória a ampliação física do templo e das dependências da igreja. Os conflitos tornam-se mais freqüentes entre os membros. Sempre haverá uma necessidade não atendida. O crescimento sempre traz "santos problemas". Portanto, se você deseja uma Igreja sem problemas, não busque o crescimento da sua Igreja. 2. A IGREJA QUE CRESCE DEVE DEMOCRATIZAR SUAS AÇÕES
"Então, os doze convocaram a comunidade dos discípulos ... " (At 6.2) Como resolver o problema? Observam-se claramente na Igreja dois grupos: os doze apóstolos (líderes) e a comunidade dos discípulos (liderados). Os apóstolos perceberam que o assunto mexia com a sensibilidade dos envolvidos e qualquer decisão autoritária produziria a quebra da unidade da igreja. Havia uma questão racial envolvida. Os helenistas eram os judeus da dispersão que pensavam, falavam e agiam como gregos (iudeus gregos). Os hebreus só falavam o aramaico e eram de cultura totalmente judaica. Então os doze propuseram uma solução para a comunidade a fim de que ela decidisse o que fazer. Fica evidente a opção pela liderança democrática, na qual a decisão da maioria deveria prevalecer.
"Não é razoável que abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas" (At 6.2). Ficam evidentes duas funções ministeriais: a palavra de Deus e servir às mesas. A proposta dos apóstolos não é criar uma hierarquia de funções, mas uma definição de tarefas. Assim, definise o papel de cada parte na busca de solução para o conflito: "mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço" (At 6.3). O termo "serviço" ou "servir às mesas" não indica a constituição do ofício de diáconos (Fp 1.1; 1 Tm 3.6), mas o ato de servir. Assim como o "ministério" (serviço) da palavra é o ato de servir ministrando a palavra. É por isso que a exigência para "servir às mesas" é de natureza espiritual. Os escolhidos deveriam ser homens de "boa reputação", "cheios do Espírito e de sabedoria"(v.3). As mesmas qualidades que, no contexto da Igreja Primitiva, são exigidas dos bispos, presbíteros e diáconos. (1 Tm 3.1-10). - "O parecer agradou a toda a comunidade" (v.5). Não foi uma solução imposta, mas um parecer discutido e aprovado por todos. A comunidade elegeu sete homens: Estevão, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau. (At 21.8). O fato de que os escolhidos têm nomes gregos, levanta a suposição de que a comunidade com o objetivo de superar as divergências, escolheu somente pessoas do grupo dos helenistas (refere-se aos judeus de fala grega).
"Apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, orando, Ihes impuseram as mãos" (At 6.6). A comunidade reconhecia a autoridade dos apóstolos, pois os sete foram apresentados para imposição das mãos. A imposição de mãos simboliza a doação de responsabilidade e autoridade para o serviço (At 13.3; 2Tm 1.6; Nm 27.18-20). A partir daquele momento, os sete estavam investidos de autoridade para a missão específica de servir às mesas". O curioso é que Estevão e Filipe exerceram outras funções. (At 7; 8.4-8). Em suma, a igreja que cresce precisa democratizaras suas decisões, a fim de preservar a unidade "e não impedir o crescimento da. igrejá::(Ef 4.1-3). Democratizar significa -'definir competências, compartillctt, decisões, reconhecer autoridade. 3. A IGREJA QUE CRESCE CONTINUA CRESCENDO
"Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam a fé" (At 6-7). E a igreja em Jerusalém continuou crescendo. O problema da murmuração dos helenistas foi resolvido com sabedoria pela comunidade. Com certeza aresolução do problema não foi tão simples como Lucas registrou. Contudo fica claroqué os problemas não são empecilhos para o crescimento de uma Igreja. "Crescia" e se "multiplicava" indica um crescimento fenomenal. Mas, o que é mais importante para a Igreja, a quantidade ou a qualidade? - Segundo Rick Warren, este é infelizmente um mito bastante propagado quando se fala em crescimento de Igreja. É como se a Igreja tivesse de escolher entre quantidade e qualidade. Ele define:
"Qualidade se refere ao tipo de discípulos que uma Igreja produz. Quantidade se refere ao número de discípulos que uma Igreja está produzindo. ''Toda Igreja deve buscar o maior número de pessoas possíveis e também desejar que estas pessoas se tornem crentes de qualidade. Qualidade produz quantidade e quantidade cria qualidade. É impressionante observar que a Igreja em Jerusalém possuía qualidade e quantidade. CONCLUSÃO
Rick Warren, em seu livro Uma Igreja com Propósitos, levanta uma questão importante sobre a motivação da Igreja: Qual é a força que direciona e motiva sua Igreja? Exemplos: Igrejas dirigidas pela tradição: "Nós sempre fizemos isso desse jeito". Igrejas dirigidas por personalidades: "O que o líder da Igreja quer?" "Ig.rejas dirigidas pelas finanças: "Quanto isto vai custar?" Igrejas dirigidas por programas: "Devemos concentrar no que foi planejado" . Igrejas dirigidas por construções: "Formamos os nosso prédios edepois o prédios nos formam" . Igrejas dirigidas por eventos: "A meta é manter o povo ocupado" . Igrejas dirigidas por sem- Igrejas: "O " que os sem-Igrejas querem?" O modelo Bíblico: Uma Igreja dirigida por propósitos. O segredo do crescimento da igreja Primitiva, Igreja em Jerusalém, é que a mesma era dirigida pelos propósitos de Deus.
É por essa razão que ela superava os obstáculos, e crescia: "Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das cousas que vimos e ouvimos" (At 4.19-20). Pense e ore1. Os problemas existentes em sua Igreja são conseqüências do crescimento ou da ausência do crescimento? 2. É possível crescer no conflito? 3. Na sua Igreja, o importante é Qualidade ou Quantidade? Pr Jonas NetoConvite para ministração, Palestras e Seminários E-mail: jonasjneto@gmail.com contato@prjonasneto.com "
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| Oração! a chave da vitória |
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jonasneto writes "Jesus e a oração
INTRODUÇÃO: Mt 6:5-13
Qual o propósito e a intenção de Jesus em nos ensinar a oração modelo?
Estaria Ele condenando a adoração e a oração em público? Ou estaria simplesmente reprovando o costume judeu de orar em horários e lugares específicos? Certamente que não! O Senhor quer apenas nos advertir quando à importância de nos mantermos humildes em tudo. Os líderes religiosos dos tempos de Jesus deveriam saber e ensinar a maneira correta de orar ao Pai, mas, ao contrário, usavam a oração como meio de se glorificarem ante os homens. Na verdade, não buscavam comunhão com Deus, mas queriam ser vistos pelos homens e receber deles admiração e louvor. Não devemos nos espelhar neles.
Jesus nos ensina as verdadeiras características do crente que realmente dirige sua oração a Deus:
1.Orar sem hipocrisias; 2.Orar em secreto; 3.Orar sem usar vãs repetições.
Jesus experimentou todas as situações que um homem pode sofrer. Diante de sua sublime missão, “aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Fp 2:7). Assim, Ele não somente pregava e ensinava, mas orava ao Pai, todos os dias, para assim vencer todas as coisas, dando-nos assim o exemplo par nEle vencermos todas as coisas. Neste estudo, aprenderemos alguns dos mais importantes ensinos de
Jesus sobre a oração.
I – O EXEMPLO DE JESUS
1. Na escolha dos apóstolos.
Jesus precisava escolher seus discípulos e não fez isso de improviso, nem segundo critérios puramente humanos. Antes de fazer a difícil escolha, Ele “subiu ao monte a orar e passou a noite em oração a Deus”. Quando o dia raiou, Ele se levantou, “e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos” (Lc 6:12, 13);
2. Antes de ira ao Calvário.
Jesus orou a Deus, rogando por seus discípulos (Jo 17:1, 9, 20). Mais tarde, às vésperas de encarar o Gólgota, Jesus foi ao monte das Oliveiras, como era de costume (Lc 22:39) e, ali, no Getsêmani, orou intensamente, submetendo-se à vontade de Deus (Lc 22:42).
Do início ao fim do seu ministério, Jesus nos deu o exemplo de oração. Se quisermos vencer na vida cristã, teremos que nos dedicar à oração.
3. Em momentos difíceis.
Diante do sepulcro de Lázaro, morto há quatro dias, Jesus orou ao Pai, agradecendo-lhe, por sempre o haver ouvido (Jo 11:41, 42).
II – ESINOS SOBRE A ORAÇÃO
1) Não ser como os hipócritas (v. 5).
Jesus exortou que os discípulos não fossem como os hipócritas, que se compraziam em “orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens”. Os Judeus cumpriam três obrigações muito importantes: dar esmolas, orar e jejuar. Normalmente, oravam às nove horas da manhã, ao meio-dia e às três horas da a tarde, à “hora nona” (At 3:1). Ao que tudo indica, alguns escolhiam os horários de maior movimento, nas esquinas e nas sinagogas, para chamarem a atenção a si. Na verdade, não buscavam comunhão com Deus, mas queriam aparecer. Não devemos ser como eles.
2) “Entra no teu aposento” (v. 5).
Jesus ensinou aos discípulos a fazeres diferentes dos hipócritas. Ao orar, deveriam entrar no seu aposento, fechar a porta e orar ao Pai, “que vê o que está oculto”, para serem recompensados por Ele. Extraordinária lição essa, que o Mestre da oração nos dá. Hoje, há muitos crentes que não sabem mais o que orar, estando a sós com Deus. Só oram na igreja, aproveitando curtos momentos de oração. Certamente, orar a Deus, em segredo, é muito valioso. S não fosse, Jesus não o teriam ensinado.
3)“Não useis de vãs repetições” (v. 7).
Note-se o adjetivo “vãs” . Jesus advertiu que os discípulos não deveriam fazer como os gentios, os quais pensavam ser melhor atendidos por Deus se fizessem longas orações, repetindo certas palavras rotineiras. Aqui, não se deve entender que o crente não pode orar mais de uma vez por determinado problema. Neste caso, havendo necessidade, não se trata de vã repetição, mas de oração insistente, perseverante, ensinada por Jesus (Lc 18:1-8; Mt 7:7).
4) “Vosso Pai sabe o que vos é necessário” (v. 8).
Deus sabe o que necessitamos, mesmo antes que lho peçamos. É o que Davi entendeu, séculos antes, ao dizer: “Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces” (Sl 139:4). Parece uma contradição: Se Deus sabe tudo a nosso respeito, por que e para que orar? Acontece que, lá no Éden, o pecador cortou a ligação direta que o homem tinha com Deus.
Desse modo, é necessário orar, para que tenhamos comunicação e comunhão com Deus, com a ajuda indispensável da intercessão de Jesus e do Espírito Santo (Rm 8:26, 34).
III – ORAÇÃO MODELO
Na chamada Oração do Pai nosso. Que Jesus ensinou, encontramos sete petições, sendo três, relativas a Deus, e quatro, relativas às necessidades humanos.
1º petição:
“Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome” (v. 9). A base da oração é a idéia de que Deus é Pai de todos os que nEle crêem. A súplica começa no plural, afastando a presunção de um Deus personalizado.
Embora seja Deus onipresente, o fiel deve voltar seu olhar par cima, aos céus, vendo-o em posição elevada (2 Cr 20:6; Sl 34:3; 115:3). A primeira petição parece uma redundância: Sendo Deus santo, para que pedir que seu nome seja santificado? Jesus nos mostra que o nome de Deus deve ser honrado, venerado e santificado por nós, seja no falar, e no agir em seu nome.
2º petição:
“Venha o teu Reino” (v. 10a). Aqui, há um sentido atual, que diz respeito à implantação do Reino de Deus no presente, com a presença de Cristo, o Emanuel; e também há o sentido escatológico, pelo qual desejamos a vinda de Cristo em glória para estabelecer o Reino eterno de Deus, no Milênio (Ap 20:11; 21:1; 22:20; 2 Pe 3:10-12). Na prática, o crente deve aceitar o domínio de Deus sobre todas as áreas de sua vida, tendo Deus, não só como Salvador, mas como seu Senhor.
3º petição:
“Seja feita a tua vontade, tanto na terra com no céu” (v. 10b). Temos aqui a oração típica de quem é servo que não tem vontade própria, e submete-se incondicionalmente a seu Senhor. Queremos a vontade de Deus no céu, não nos implica em nada. A vontade dEle na terra, no entanto, nos compromete. Se não tivemos cuidado, ao expressar essa petição, podemos incorrer no perigo da dubiedade (duvidoso, incerto, vacilante, indeciso) do coração. Ou, seja: a boca diz uma coisa e o coração. Não concorda com ela, quando, na prática, queremos fazer valer a nossa vontade e não a de Deus.
“O pão nosso de cada dia dá-nos hoje” (v. 11). Segundo os estudiosos da Bíblia, a expressão “de cada dia” não se encontra em outra parte do Novo Testamento. Ela indica que devemos depender quotidianamente (todos os dias, diário) de Deus, para a satisfação de nossas necessidades físicas. Aqui, literalmente, o pão é um tipo de tudo que necessitamos, tais como alimento, roupa, calçado, saúde e bem-estar. Note-se que Jesus não nos ensinou a pedir a provisão de Deus para um mês ou um ano.
5º petição:
“perdoa-nos as nossas dívidas...” (v. 12). A nossa sorte é que Deus se compraz em perdoar. Com Ele está o perdão (Sl 130:4; Dn 9:9) pois é perdoador (Ne 9:17; Sl99:8). Jesus nos deu o exemplo (Lc 23:34). Devemos lembrar, porém, que essa Quinta pedição talvez seja a mais comprometedora para quem a profere. É que, além de pedirmos perdão codicionamos à maneira pela qual perdoamos aos nossos devedores. Assim, se alguém não perdoa de coração, pede a Deus que lhe faça o mesmo. Por isso, é preciso Ter cuidado ao orar o Pai Nosso.
6º petição:
“E não nos induzas à tentação” (v. 13a). Esta tradução tem causado polêmica. Haveria possibilidade de Deus induzir à tentação? De modo algum, pois diz a Bíblia: “Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta” (Tg 1:13). Parece-nos mais adequada a tradução que diz; “Não nos deixes cair em tentação...” É como pedir a Deus que não permita vir circunstâncias sobre o crente que este não possa resistir (1 Co 10:13).
7º petição: “Mas livra-nos do mal” (v. 13b). É uma extensão da anterior. Mas entendemos que alguém pode ser livre do mal, sem que este seja somente uma tentação. Esta última petição é seguida de um louvor a Deus (doxologia) ou seja fórmula litúgica de louvor a Deus, geralmente ritmada: “porque teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém”.
Como podemos saber quando a nossa religião é realmente hipocrisia? A resposta é: Quando é para ser vista pelos homens. É apenas hipocrisia quando as igrejas têm bons coros, exigem pregação de elevado estilo, fazem orações eloqüentes... mas sem o Espírito. É hipocrisia colocar todas as mercadorias na vitrine, dando a entender que a loja tem grandes estoque. É hipocrisia quando a adoração sai da boca para fora: é sinceridade somente se sair do íntimo do coração.
Pr Jonas Neto
Contato para ministrações, Palestras e Seminários: jonasjneto@gmail.com contato@prjonasneto.com "
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jonasneto writes "Existem aproximadamente 29 chaves bíblicas I - O Mestre devem ser pludente no agir e no falar (3 Jo 9-11)
a) Devemos vencer a tentação de falar da vida alheia (Mt 23:3)
1 - Escribas = O escriba ou escrivão era aquele que na Antiguidade dominava a escrita e a usava para, a mando do regente, redigir as normas do povo daquela região ou de uma determinada religião. Também podia exercer as funções de contador, secretário, copista, arquivista.
2 - Fariseus = Fariseu (do hebraico פרושים) é o nome dado a um grupo de judeus devotos à Torá, surgidos no século II a.C.. Opositores dos saduceus, criam uma Lei Oral, em conjunto com a Lei escrita, e foram os criadores da instituição da sinagoga. Com a destruição de Jerusalém em 70 d.C. e a queda do poder dos saduceus, cresceu sua influência dentro da comunidade judaica e se tornaram os precursores do judaísmo rabínico.A palavra Fariseu tem o significado de "separados", " a verdadeira comunidade de Israel", "santos".
b) Devemos ter coerência e credibilidade ao falar (Lc 12:48)
c) Devemos controlar a nossa língua e pensamento (Fp 4:8-9; 51 35:28)
II - O MESTRE DEVE TER CONVICÇÃO DE SUA CHAMADA (I Tm 1:7)
a) Tem que ter caráter para servir a Deus ex: muitos querem cargos etc ... b) A espiritualidade é anulada pela maledicência (Mt12:34,35) c) A conversa cristã deve ser agradável e com graça
III - O PERIGO DE SUBESTIMAR O PODER DAS PALAVRAS
Ex: comunicação IV - ANULANDO OS EFEITOS DEVASTADORES DA LÍNGUA (Tg 3:3-6)
a) freio na boca dos cavalos = Pelo freio os cavalos selvagens podem ser domados. O domínio é fruto da disciplina. Se permitirmos que Cristo ponha guarda em nossos lábios, toda a nossa vida será dirigida pos sua vontade.
b) Leme = ..... um pequenino leme" de um poderoso navio ajuda a dirigir o curso da navegação. A língua, tanto dirige o navio (nosso corpo) no curso certo, como pode leva10 ao desastre.
c) Fogo = uma pequena faísca pode incendiar uma floresta inteira, em que resulta em grande estrago. Tiago tinha em mente um grande floresta envolta em chamas resultantes de uma única centelha. Então aplica a ilustração. A língua é L .. ] fogo, mundo de iniqüidade Como precisamos de disciplina divina para nos silenciar, para evitarmos os desastrosos efeitos de uma língua descontrolada! Deus prometeu que toda a espécie seria domada (Gm 1:26-28). Mas a íngua diz Tiago, ninguém pode dominar. Porém, o que é impossível para aos homens, é possível para Deus.
1)Nem todos temos osmesmos dons Ler 1 Co 12:27-30: Ef 4:10-12
2) Falsos Mestres Ler 1 Tm 1:3-7
3) Incentivar a fildelidade Ler 2 Tm 1:11
4) O conselho de Pedro Ler 2:1
5) Julgdo com maior rigor Ler Tg 3:1
Pr Jonas NetoContato para Ministraçoes, Palestras e Seminários: contato@prjonasneto.com jonasjneto@gmail.com "
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| Parceria na criação de filhos |
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 Os pais de Sansão
Sansão nasceu numa época muito dlfícll na história do povo de Deus. Israel se afastara do Senhor, indo após os ídolos e deuses falsos dos países ao seu redor. Várias vezes encontramos a frase " ... fizeram os filhos de Israel o que era mau perante o Senhor" (Jz 2:11; 3:12; 6:1; 10:6). No livro de luízes, notamos vários ciclos: rebelião contra o Senhor, período de servidão 'ou subjugação por outras nações, seguidos de arrependimento pelos pecados e levantamento por Deus de um libertador, chamado juiz. O último versículo do livro de Juízes é muito triste e resume bem o estado da nação "... cada um fazia o que achava mais reto" (Jz 21 :25b). Este versículo também podia ser usado para descrever os dias em que nós vivemos no início do século XXI com seu relativismo! Cada um faz o que acha certo e melhor para si! I – OS PAIS DE SANSÃO
Não sabemos muito a respeito dos pais de Sansão, apenas que Manoá era da tribo de Dã, que sua esposa era estéril e que os dois viviam sob o jugo dos filisteus. Mais uma vez o povo de Israel tinha se afastado do Deus verdadeiro, por isso Deus lias entregou nas mãos dos filisteus por quarenta anos" (Jz 13:1b). A vida deve ter sido difícil para Manoá e sua esposa, e mais ainda com a falta da bênção de filhos. 1. Uma vlllta Inesperada
Certo dia; quando a esposa de Manoá estava sozinha, ela recebeu uma visita Inesperada e bem diferente! Era o Anjo do Senhor com a maravilhosa notícia que ela seria mãe. Que surpresal Isso nos faz lembrar de outras mulheres na Bíblia como Hagar, Sara, Isabel (mãe de João Batista) e Maria (mãe de Jesus), que foram visitadas pelo Anjo do Senhor para anunciar o nascimento de um filho. O Anjo do Senhor avisou à mulher que seu filho seria diferente. Ele seria consagrado a Deus antes de nascer. Seria um nazireu, uma pessoa separada para Deus, mas um nazireu por toda a vida, diferentemente das demais pessoas que faziam esse voto por um período determinado. Em Números 6, encontramos os regulamentos quanto ao voto de nazireu. A Bíblia de Estudo NVI afirma que durante o período do voto de um nazireu, três áreas de sua vida eram controladas: dieta; aparência; associações. Veja Números 6:1-8. Aquele filho seria usado por Deus para começar a livrar o povo de Israel do domínio dos filisteus. O Anjo do Senhor também avisou à mãe que ela, desde aquele momento, não deveria beber vinho ou bebida forte, nem comer coisas imundas. 2. A reação à visita
Que mensagem essa mulher recebeu! E ela creu, não duvidou! Foi correndo contar tudo ao marido! Ela disse que nem sabia o nome do mensageiro, nem tinha perguntado donde veio. Se Manoá fosse um homem comum, teria achado que a mulher estava sonhando ou ficado louca. Teria questionado por que ela não perguntou o nome do mensageiro, por que ela foi a escolhida, como um filho deles podia livrar o povo dos filisteus, etc., etc.! Os homens geralmente são mais lógicos enquanto as mulheres, muitas vezes, são mais sensíveis e guiadas pelo instinto feminino. No casamento é muito bom quando se sabe usar juntos o raciocínio masculino, que, geralmente, tende mais à lógica, e a intuição feminina! Parece que Manoá creu mesmo que sua mulher tinha recebido a visita de alguém muito especial com a mensagem que ganharia um filho e reconheceu que foi o próprio Senhor que o havia mandado. II – A ORAÇÃO DE MANOÉ
Imediatamente Manoá orou ao Senhor, dizendo "Ah! Senhor meu, rogo-te que o homem de Deus que enviaste venha outra vez e nos ensine o que devemos fazer ao menino que há de nascer" (Jz 13:8). É interessante notar que ele pediu a Deus que ensinasse a ele e sua esposa, os dois, e não somente a esposa! Há esposos crentes que não oram com a esposa, não oram pelos filhos e acham que a tarefa de criar os filhos é da mulher. Há homens que se omitem! Tantas vezes é a mãe que ora sozinha, buscando a sabedoria do Senhor. É bom notar que, em Efésios 6:4, a palavra "peis", no grego, é para os homens e não para homem e mulher. O pai tem a responsabilidade de criar os filhos "na disciplina e na admoestação do Senhor". Os pais crentes devem seguir o exemplo de Manoá e orar para que o Senhor os instrua como criar seus filhos. Deus atendeu à oração de Manoá, e o Anjo do Senhor voltou quando a mulher estava sozinha no campo. Imediatamente ela correu para buscar o marido. Manoá fez uma declaração de fé ao dizer "Quando se cumprirem as tuas palavras" e não "se" se cumprirem! Mais uma vez perguntou ao anjo "Como devemos criar o menino?" Os pais crentes constantemente devem fazer esta oração ao Senhor, e o Criador da criança vai orientá-Ios. Manoá também perguntou o que o menino faria ao crescer. Sempre há grande expectativa ao nascer uma criança: Qual profissão vai seguir? Vai ser como o pai ou como a mãe? Vai puxar o lado do avô paterno ou materno? Ao ver o Anjo do Senhor subir ao céu, Manoá e sua esposa se prostraram com o rosto em terra e ficaram com medo. Manoá creu que morreriam, mas sua esposa de maneira bem sábia explicou que Deus não teria Ihes revelado tudo e aceito a oferta deles se pretendia matá-los! Quando o menino nasceu, deram-lhe o nome de Sansão, que quer dizer em hebraico solou brilho. Como a chegada do menino transformou aquele lar, e com que alegria Manoá e sua esposa observaram o crescimento físico e intelectual de Sansão! Mas, acima de tudo, como Sansão foi abençoado pelo Senhor (Jz 13:24b)! Tantas vezes, hoje em dia, os pais ' crentes se preocupam apenas com o desenvolvimento físico e intelectual dos filhos e negligenciam o desenvolvimento espiritual. Em Lucas 2:52 temos o perfeito padrão de desenvolvimento para a criança, exemplificado na vida do Senhor Jesus Cristo: "E crescia Jesus em sabedoria (intelectual), estatura (física) e graça, diante de Deus (espiritual) e dos homens (social). III – PARCERIA NA CRIAÇÃO DOS FILHOS
Deus, na Sua Palavra, dá orientações bem práticas para os pais sobre a criação dos filhos. Éfesios 6:4 registra as responsabilidades dos pais. Vejamos a primeira parte do versículo: 1. O aspecto negativo
"Pais, não provoqueis vossos filhos à ira" ou "Pais, não tratem os seus filhos de um jeito que faça com que eles fiquem irritados" (NTLH). Geralmente, pensamos que os filhos irritam os pais! Como é que os pais irritam os filhos? - Regras demais - sempre dizendo “não”
- Regras que mudam.
- Falta de regras ou limites.
- Críticas ou comparações. Preferência declarada por um dos filhos.
- Falta de tempo para os filhos.
2. O aspecto positivo
"Criei-os na disciplina e na admoestação do Senhor". Podemos resumir isso em três mandamentos básicos para os pais. a. Amem
Todo ser humano precisa sentir que é amado e o amor dos pais é muito importante para um desenvolvimento sadio - mais do que bens materiais! Muitos pais tentam substituir a falta de tempo com os filhos com presentes caros! Não há substituição para tempo de qualidade passado com os filhos. b. Disciplinem
A Palavra de Deus nos diz que "...0 Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe 11 (Hb 12:6). Pais que amam seus filhos vão seguir o exemplo do Senhor, pois 110 que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina" (Pv 13:24). c. Ensinem
Cabe aos pais a tarefa de ensinar os filhos a honrar seus pais (Êx 20:12; Dt 27:16) e a serem obedientes (Ef 6:1). As crianças não nascem sabendo obedecer, mas têm que aprender! Um dos sinais dos "últimos dias" é justamente a falta de obediência - IIOS homens serão ... desobedientes aos pais" (2Tm 3:2). Os pais têm que ensinar os filhos a: - amar a Deus (Mc 12:30);
- amar o próximo (Mc 12:31);buscar fazer a vontade de Deus (SI 143:lOa);
- buscar a verdadeira sabedoria (Pv 1 :7a; 8:13);
- ter valores verdadeiros (Mt 6:19- 21).
Os pais ensinam por preceito e pelo exemplo e precisam ser crentes transparentes. É necessário que pai e mãe concordem quanto à maneira de criar os filhos. Tem de haver uma verdadeira parceria entre o casal. 3. Preocupação com o futuro do filho (Jz 14:1-3)
“...qual será o modo de viver do menino e o seu serviços" (Jz 13:12b). Pais crentes devem se preocupar com o futuro dos filhos - seus estudos, sua profissão, suas amizades e desde cedo, devem ensinar-Ihes os princípios bíblicos sobre o namoro (2Co 6:14-18). Casamento deve ser sempre "no Senhor" (1Co 7:39b). Vemos a grande preocupação de Manoá e sua esposa com o namoro e casamento proposto por Sansão - "Será que não há uma moça crente com quem você pode casar?". Tantas vezes hoje os pais crentes ouvem a mesma resposta de Sansão - "SÓ ela é bonitinha!". E quantos casamentos problemáticos! Os pais crentes hoje precisam constantemente orar como Manoá " ... nos ensine o que devemos fazer". A verdadeira parceria na criação dos filhos consiste de três pessoas: pai, mãe ... e o Senhor! Pr Jonas NetoMinistrações, Palestras e Seminários E-mail: contato@prjonasneto.com
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 A grande Comissão, como se acha em Mateus 28:16-20, nos apresenta de forma concisa amissão da Igreja. Jesus Cristo, em representação do Deus Trino, é o que origina a Comissão(Mt28:18), cf. CI1.15-19,2,9, Jo 14.24-26). A Igreja é o sujeito da Comissão.
Entenda-se como igreja o conjunto de . crentes que, havendo professado té nEle, se submetem ia Seu senhorio e O servem (Mt 28:16, cf. 1 Pe 2:9). O mundo sem Deus é o objeto da Comissão (Mt 28:19, cí. Jo3:16, At1:8). O propósito da Comissão é fazer discípulos, e a estratégia básica se resume em três mandamentos a serem cumpridos enquanto .sevai pelo mundo: . - Fazeidiscípulos;
- Batizando-os;
- Ensinando-os a viver segundo o ensino de Cristo (Mt 28.19-20).
O Significado e as implicações do discipulado estão claros no Novo Testamento. Fazer discípulos significa reproduzir pessoalmente o caráter de Cristo, em virtude da pregação do evangelho e de sua obediência ao mesmo (GI2:20). Ser discípulo de Cristo implica o seguinte processo: Aceitar anova vida que Ele oferece (J03:3-5); Confessar Seu nome em palavras e atos no batismo (At 2.38); Incorporar-se à Igreja, a comunidade da"fé (At2A2,47); Esforçar-se por viver em santidade(Ef 1:3,4); Adorar, obedecer e.servir (Mt 28: 16- 17; te 9:23). 1.O MÉTODO
Jesus estabeleceu a pregação do evangelho e a íncorporaçãodos crentes a igrejas locais, comoo método para realizar o discipulado (Mc 3: 14) . Jesus estabeleceu as bases de Sua Igreja ao escolher 12 de.Seus discípulospara que estivessem com Ele, dando-Ihes um sentido de missão (Mc 3:14). Jesus identificou a totalidade de Seus discípulos como um pequeno rébanho (Lc 12:32) ou como ramos incorporados à videira (Jo 15:5). Jesus ensinou também aos Seus seguidores a que servissem, adorassem e vivessem comunitariamente (J013';1'3; Mc 3:14; Mt 26:26-30). Jesus mesmo deu o fund'amenfo e a comissão à Sua igreja. Deveria ser edificada sobre Sua pessoa: e prevaleceria sobre a morte (Mt16:16-18). À Igreja foram concedidas ás chaves do Reino, isto é, a capacidade de abrir o acesso a Deus por.meio da pregação (Mt 16:19). Jesus Ihes mandou que permanecessem unidos e encarrego a Pedro pessoalmente, de manter a unidade de Suas ovelhas (Lc 24:49; Jo 21:15-17). A Igreja provía o ambíente adequado para a iniciaçâo e desenvolvimento de seus futuros discípulos,ao estabelecer relações de intérdependencia entre os crentes (1 Co 12:14-45). Os dons e ministérios operavam de tal forma que todos tivessem algo a dar e algo a receber dos demais (Ef 4: 11-16). A igreja primitiva uti o método de estabelecer igrejas para estender o evangelho e discipular as pessoas. Os apóstolos entendiam que a conversão implicava a incorporação a um corpo local de crentes (At 2:42,47). Portanto, a obra apostólica incluía estes dois elementos: 1.A proclamação doevaf)g,elho (At 14:21,22); 2.A fundação de igrejas locais (At 14:23).
2. A FORMA
As igrejas, durante o prírneíro século, foram se multiplicando. De forma espontânea. Cada crente ia pelo mundo levando a Palavra e, fazendo, de si e sua família, a semente de uma nova igreja onde quer que se fixasse. As igrejas nasciam como conseqüência da propagação de uma mensagem simples: o evangelho. Uma mensagem que nem sequer estava escrita: mas que ia em cada crente, arranjada em sua mente e coração e brotando sempre à flor dos lábios. De forma vertiginosa, quase "epidêmica". O evangelho adquiria mais 'força à medida que mais ataques recebia. As perseguições só serviram para avivar a expansão da Igreja. Em menos de 70 anos, já se haviam fundado igrejas por toda a Ásia Menor e norte da África ese iniciava também a conquista da Europa. Foi tál a força do Cristianismo, que multocedonaépoca apostólica, eis crentes foram conhecidos como, "os que têm transtornado o mundo" (At 11:6). De forma ordenada. Tal como havia dito o Senhor Jesus: Começando por Jerusalém, seguindo por Samaria, a seguir pela Judéia e assim até os extremos da Terra. Havia tal ordem que, quando se tinha notícia de uma igreja fundada, tomavam-se medidas concretas para supervisionar seu são crescimento (At 8:14; 9:32;14:21-23; 15;36) A nova igreja mantinha sua unidâde com as demais para corrigir seus desvios (Ef.6:21 ,22; At 11:8-30; Tt 1:5):'. 3.ESTRATEGIAS, BÍBLICAS PARA DINAMIZAR O CRESCIMENTO DE SUA IGREJA
Apresetnamos, em forma semples, dez maneiras, (estratéfias) em que foram fundadas Igrejas por homens obedientes à visão celestial. 3.1. Grupos de Estudos entre vizinhos Textos Bíblicos Básicos: At 1.13-15; 2.46; 5.42; 12.2; Rm 16.3-5,15,16.
3.2. Colportagem Textos Bíblicos Básicos: At 8.4,5,14,25,26,40;9.30,31.
3.3. Campanha de Evangelismo e Discipulado Textos Bíblicos Básicos: At 19.1,7- 10;20.1.
3.4. Círculos de Oração Textos Bíblicos Básicos: At 16.12- 16,40.
3.5. Família - Base Texto Bíblico Básico: At 8.1-11 .
3.6. Mobilização Textos Bíblicos Básicos: At 11.19,20; 13.1-8; 18.19.
3.7. Ação Social Texto Bíblico Básico: At 28.1·10.
3.8. Correspondência e Visitas Pessoais Texto Bíblico Básico: 2 Jo 1.12-13.
3.9. Evangelização Dirigida a Grupos Especiais Texto Bíblico Básico: At 17.1-34.
CONCLUSÃO
Um estudo detido do Novo Testamento nos permite perceber os fatores que entraram em jogo para que os cristãos desencadeassem esta maravilhosa expansão das igrejas na era apostólica. O espírito que os movia dava como resultado uma total submissão e obediência a Cristo (At. 26:13-20). Tinham a convicção de serem guiados pelo Espírito Santo em tudo quanto faziam (At 9;26,27,39,40; 16:6-10). Experimentavam um gozo tal que não Ihes permitia guardar o evangelho só para si (Jo 1 :14). o conceito que tinham do evangelho, com todas as suas implicações, abarcava a salvação, a adoração integral, a obediência total e o serviço fiel. 1.Ser cristão não só por receber a Cristo, mas por entregar-se a Ele. Compreendia uma negação dos interesses pessoais e uma afirmação dos divinos.
2.Uma convicção profunda de que na vida crista nada é secular. Tudo quanto fazemos louva a Deus, edifica a igreja e testemunha ao mundo.
3.Aceitavam a missão: o imperativo divino de ir e fazer discípulos; imperativo indiscutível, que não admite condições, negociações, nem retardamentos.
4.A função dos sacerdotes. Todo crente é ministro de Deus ao mundo, em todo o tempo e em todo lugar.
5.A genuína simplicidade da Igreja, sem organizações complexas. Onde dois crentes se congregassem sob a sombra da cruz e se unissem para obedecer à visão que dela emanava, ali estava a Igreja de Deus.
6.Num ambiente de cooperação e interdependência. A convicção de que a obra é de Deus e para Deus, de modo que todos os crentes do mundo contribuiriam para uma causa comum, sem invejas nem orgulho.
Pr Jonas NetoE-mail: contato@prjonasneto.com
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